sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Aulas de guitarra

Com exceção da flauta nos dois anos de aulas de Educação Musical, com pena minha, não aprendi a tocar nenhum instrumento.
A Chica pode dizer que tem mais sorte que eu. Sempre que pode vai às aulas de guitarra acústica... ;)



E eu que me deixe é de desculpas para não retomar a escrita na minha dissertação. :P

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Bem-vindo sol!!!

Esta chuva que tem persistido está-me a causar o mesmo problema que a esta senhora...
Ando a sonhar com desumidificadores mas, infelizmente, trata-se de um eletrodoméstico que ainda fica bem caro!
Nem acredito que hoje consigo ter as janelas todas abertas para arejar a casa e a roupa acabada de levar à mão, a secar na varanda! (Esta é a minha parte de dona de casa doida!)

Mas não vim aqui para falar do tempo nem de desumidificadores, caso contrário fico demasiado parecida com o Markl.
Vim mostrar-vos umas fotografias que tirei no domingo (ficaram uma bela porcaria porque foram tiradas com o tlm, não mostram exatamente aquilo que nós vimos, mas azarito) numa corridita por uns trilhos aqui perto.






Já tinha passado por alguns sítios quando fizemos o trilho em Novembro. Mas desta vez a paisagem estava bastante diferente, com muito mais água a descer a serra.

Passámos por caminhos transformados em enormes poças de água e foi inevitável chegar a casa com os pés molhados e cheios de lama. Tirando isso, adorei ver as quedas de água um pouco por todo o lado e os caminhos transformados em riachos, com água tão limpa que até dava vontade de beber. ;)

Valeu a pena sair do serviço de manhãzinha e fazer parte desta pequena aventura.
Obrigada a todas as senhoras que esperaram que a noite passasse para irem à maternidade! :P



Começo é a ficar seriamente preocupada com as minhas articulações da anca... :S

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Peludinhos

Ontem fez 2 anos que morreu o Spot... que saudades, meu pretocas... :(

A Chiquinha, essa, continua fina que nem um rato! ;)
Achei que estava com os olhos diferentes, acabei por lhe descobrir uma conjuntivite.
No Sábado fui com ela, pela primeira vez, ao veterinário e tenho-lhe andado a pôr (tanto quanto possível) umas gotas nos olhos. Tá praticamente curada.

Aqui andava a "retificar" a mobília na loja das bicicletas. Fez um sucesso por lá!


Hoje fomos à consulta de revisão.
Ela fez olhinhos ao sr dr vet, e ele não cobrou a consulta! (Graçasadeus, né?)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

É por isto...

Não é todos os dias, ou em todos os casos que consigo estabelecer uma relação empática com as pessoas de quem cuido.
As pessoas são todas diferentes, modificam os seus comportamentos estando em situações de stress como 
parir ou ser operadas... E a minha disponibilidade também não é sempre a mesma...
Ainda mais, trabalhando num serviço de bloco operatório onde, por vezes, temos cirurgias urgentes ou mesmo emergentes, em que todos os segundos são importantes, o tempo, simplesmente, escasseia para poder fazer pouco mais que os procedimentos técnicos necessários.

Ontem, fui enfermeira circulante na cesariana de uma senhora cujo marido tinha emigrado para bem longe, há uns meses atrás e só irá voltar daqui a 3 meses...
Nunca estive emigrada, nem sou mãe, mas imagino a angústia e sensação de solidão deste pai e desta mamã.

Felizmente, tudo se proporcionou para que pudéssemos realizar o contato pele a pele entre a mãe e a bebé logo após o nascimento, ainda durante a cesariana.
Somos uma maternidade pioneira neste procedimento, apesar de já o fazermos há imenso tempo nos partos vaginais, por sermos "Hospital Amigo dos Bebés", e eu sinto-me muito orgulhosa por fazer parte da equipa que impulsionou este projeto, no bloco operatório.

Como devem saber, as fotografias não são permitidas nas cirurgias, mas neste, como noutros casos, decidimos abrir exceção à regra.
Por isso tirei algumas fotografias dos primeiros minutos da bebé ao colo da mãe e enviei-as aos pais.

Não foi a primeira vez que o fiz.
Fi-lo por achar que devia e não por obrigação.
E, pela primeira vez, recebi em resposta um e-mail, vindo de bem longe, que me emocionou...


"Estamos muito gratos pelo acto nobre que hoje teve para comigo, C. e bebé M., sem duvida fez toda a diferença, é muito bom saber que existem profissionais como a D. que dignificam o vosso trabalho e profissão.
Este seu pequeno gesto para nós tem um significado enorme, principalmente para mim que, por motivos profissionais  me encontro a 10 000 km de [...] no interior da [...] (no meio dos leões, elefantes, girafas...) e não pode de perto acompanhar este momento tão especial que é ser pai pela primeira vez, tocar na M. !, sentir a M...!,  e não estar ao lado da C. para poder dar-lhe todo o amor que ela merece e devido apoio."

É por isto que vale a pena ser enfermeira.
Foi por isto e não pela parte técnica que, um dia, me lembrei que poderia seguir esta profissão.

Posso ter contribuído para a felicidade desta família, mas eles também contribuíram para a minha. Deram-me motivação para continuar. Fazer mais e melhor!
Infelizmente, por diversas circunstâncias, já há uns tempos que não me sentia tão bem com a enfermagem. Sentia-me desmotivada...

Que lufada de ar fresco!
Obrigada.



P.S.:
Os nomes das pessoas e locais foram suprimidos, por mim, por razões óbvias.
E desculpem o tamanho deste post, queridos 4 leitores... :P

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Este sábado à tarde...

Participei, pela segunda vez (só, pois... arranja-se sempre mais que fazer... :S), na campanha de recolha de alimentos e outros bens para a Associação dos Amigos dos Animais da minha terra.

Estava assim o resultado da recolha da tarde:


E ainda acrescentaram mais um saco de 10 kg antes de me ir embora. Estavam em promoção, felizmente! ;)

Não foi nada mau, mas pode sempre ser melhor.

Não é que me incomode participar nestas campanhas e ser ignorada por muitas pessoas que passam. Sendo sincera, também faço isso em muitas (se calhar de mais...) ocasiões.
Incomoda mais o olhar de desprezo, como se fossemos menos do que quem passa por nós.

Ainda assim, eu e a minha companheira da tarde, encaramos tudo com boa disposição. E agradecemos todas as dádivas, até as mais pequenas, como a bendita embalagem de esparguete que custava só 29 cêntimos.
Recebemos respostas non sense, que nos fizeram rir, como "eu estou em França..."
Vimos um senhor regressar ao hipermercado apenas para comprar um saco de ração.
E também ouvimos histórias bonitas de quem, como nós, já recolheu animais da rua e os adora!


E com isto, aumentou a minha pena, saudades de ter um cão, e o meu peso de consciência por não poder adotar nenhum animal...

Como é que se fazem os bebés?

Segundo a explicação do avô:

"O pai tem uma sementinha que sai da pilinha e dá à mãe que a come.
Depois há uma magia e a barriga da mãe cresce com o bebé lá dentro.
Eu não percebo é se o pai lava a sementinha ou não, porque se não lavar, sabe a xixi!..."


M., 6 anos

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

E o que faz a canalha quando sai à rua e começa a chover?


Gente com perto de 30 anos e alguns já com uns pouquitos a mais, entenda-se...

Sai à rua para ir dar a bela da corridinha.
No grupo vai uma pessoa nova que atrasa bué! o ritmo.

Começa a chover e, para dar ânimo e tentar evitar morrer à chuva e frio, vai-se atrás puxar pelo atraso de vida e à vinda para a frente do pelotão fazem-se uns picanços.
Para completar a palermice e já que ainda estávamos secos, pelo menos os pés estavam, há que começar a saltar nas poças de água para molhar os outros (e a mim própria, no meu triste caso...).


Imagem daqui

Faltaram-nos as botas de cano (ou borracha, se preferirem)

Canalha que nunca sai de casa é assim. :P
A sorte é que a máquina lava...

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Ainda a propósito...

... do post anterior, porque as minhas três leitoras assíduas merecem ser bem esclarecidas. Se, desse lado, estiver porventura (não creio) um senhor, que me perdoe.

Ontem esqueci-me de mencionar o sabor achocolatado da farinha de alfarroba, para quem a desconhece..

Faltou-me também acrescentar que a massa não precisa de levedar antes de ir para o forno. Basta amassar, fazer bolinhas (relativamente pequenas porque crescem bastante) e achatá-las um pouco, colocando-as numa forma untada com manteiga e forrada com papel vegetal (eu não tinha e não se agarraram, fica à responsabilidade do utilizador :P)

E é tudo.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Bolachas castanhinhas

Conheci a farinha de alfarroba há uns tempos atrás, por uma colega que levou para o serviço um bolo de chocolate com esta farinha.
Comprei para experimentar, mas com as festividades não houve tempo para mais pastelaria.
Até que ontem fiz uma pesquisa sobre bolachas e encontrei num blog uma receita muito simples que fiz num instantinho.

Aqui estão elas:



Já não publicava aqui fotos de comida há uns tempos...
Sei que a foto está tremida, mas com este tempo cinzento é difícil arranjar luz de jeito e a foto com luz artificial não fazia jus à qualidade das bolachas.
Pareciam ser feitas de outra coisa... se é que me entendem... :P

Pormenores à parte, ficaram muito boas e diz que são dietéticas (são pouco doces e pouco gordurosas) e têm muita fibra, pelo que devem ser comidas com moderação  ;)


A receita original é:

200 gr farinha trigo
65 gr farinha alfarroba
100 gr manteiga
1 colher (chá) fermento em pó
65 gr açúcar
2 ovos
E mistura-se tudo, indo ao forno a 170º por 15 minutos.

Eu fiz umas pequenas alterações: pus 70 gr de farinha de alfarroba, 55 gr de açúcar e juntei um pouco de leite para ajudar a misturar os ingredientes o que me fez acrescentar mais um pouco de farinha de trigo. No final para adoçar um bocadinho (que são mesmo pouco doces) coloquei açúcar por cima, mas para a próxima, se não me esquecer de comprar, ponho açúcar em pó para ficar mais bonito.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Janeiro começou assim por aqui...

A foto não é minha, que ainda não tive oportunidade para sair de máquina em punho (como muito boa gente), "roubei-a" de um amigo que a publicou no facebook.
Espelha bem o início de Janeiro de 2014.